Modo Yowza!

Escolhemos com cuidado quem vamos entrevistar

  • Definimos os perfis com grande detalhe, incluindo nuances que intuímos poderem vir a ser relevantes para o diagnóstico (ex. pessoas que têm cuidados alimentares, mas não são excessivamente obsessivas)
  • Entrevistados “virgens” ou quase para garantir que têm uma relação normal com a categoria e que não se tornaram “peritos” ou consumidores excessivamente alerta para a evolução do mercado

Fazemos sempre nós as entrevistas porque a análise começa no trabalho de campo

  • Para absorvermos tanto os ditos como os não ditos, as nuances emocionais, as incoerências humanas e a evolução do entrevistado à medida que vai sendo confrontado com os estímulos e a opinião dos outros
  • Para “entrarmos” na cabeça do consumidor e olharmos para o mundo, a categoria e o problema pelos seus olhos
  • Para fazermos evoluir as perguntas entre o que já sabemos e a nova camada de realidade a descobrir

Apoiamos as nossas recomendações

  • Nas tendências sociais cuja evolução acompanhamos ao longo dos anos
  • No conhecimento da categoria que consideramos fundamental mesmo em testes de detalhe
  • No equacionamento estratégico da informação mais operacional

Entrevistas de grupo

Entrevistas de mini-grupo

Entrevistas individuais em profundidade

Entrevistas de grupos naturais

Entrevistas interceptadas

Entrevistas BtB

Acompanhamento de actividades

Narrativas guiadas

Diários e reportagens fotográficas / vídeo

Observação