Compreender um mundo complexo.
Explica-lo de forma simples.
Modo Yowza!
Escolhemos com cuidado quem vamos entrevistar
Definimos os perfis com grande detalhe, incluindo nuances que intuímos poderem vir a ser relevantes para o diagnóstico (ex. pessoas que têm cuidados alimentares, mas não são excessivamente obsessivas)
Entrevistados “virgens” ou quase para garantir que têm uma relação normal com a categoria e que não se tornaram “peritos” ou consumidores excessivamente alerta para a evolução do mercado
Fazemos sempre nós as entrevistas porque a análise começa no trabalho de campo
Para absorvermos tanto os ditos como os não ditos, as nuances emocionais, as incoerências humanas e a evolução do entrevistado à medida que vai sendo confrontado com os estímulos e a opinião dos outros
Para “entrarmos” na cabeça do consumidor e olharmos para o mundo, a categoria e o problema pelos seus olhos
Para fazermos evoluir as perguntas entre o que já sabemos e a nova camada de realidade a descobrir
Apoiamos as nossas recomendações
Nas tendências sociais cuja evolução acompanhamos ao longo dos anos
No conhecimento da categoria que consideramos fundamental mesmo em testes de detalhe
No equacionamento estratégico da informação mais operacional